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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Saiba o que fazer quando se apaixona por uma pessoa que tem o vírus HIV

O que você faria se descobrisse que a pessoa com quem você se relaciona e que você ama tem o vírus HIV? Qual seria sua reação se ele lhe contasse que está infectado e que, mesmo assim, deseja ficar ao seu lado?
Esse é um dilema comum entre casais que se descobrem sorodiscordantes. O coração não escolhe por quem nos apaixonamos. E, se por um acaso da vida, aquela pessoa incrível que você está conhecendo for portadora do vírus, o que fazer?
Foi exatamente este o caso da recepcionista Eliane*, de 39 anos. Ela conheceu o atual companheiro, Jorge*, de 42 anos, em um barzinho, por meio de amigos em comum.
“Ele trabalhava no escritório de um conhecido. Começamos a conversar e a química foi imediata”. Antes, ela foi casada por 6 anos e ele teve um filho de 18 anos, fruto de um relacionamento aos 24 anos.
"Ele evitava contatos íntimos"
“Começamos a sair. Primeiro, um cinema, depois, um restaurante. Nos primeiros encontros, não rolou sexo, mas a coisa estava caminhando rápido. Ficamos saindo por mais de um mês e ele sempre evitando contatos mais íntimos. Um dia, ele veio em casa e resolveu conversar comigo. Ele me disse que descobriu ser portador do vírus HIV há 4 anos e que fazia o tratamento desde então”.
No começo, Eliane ficou obviamente surpresa, mas resolveu continuar se encontrando com Jorge. Depois de conversar com um médico, ela decidiu que iria ficar com ele. “Não queria me afastar dele e achei que seria bobagem deixar passar a oportunidade por puro preconceito. Por isso, procurei o médico que disse que, se eu usasse camisinha, não teria problemas”.
"Há muita desinformação"
“O casal sorodiscordante deve ter uma vida normal. Se o soropositivo faz o tratamento corretamente, toma os remédios e eles usam camisinha, não há motivos para preocupações. A vida sexual e amorosa segue adiante, como de qualquer casal”, explica a médica infectologista Paula Daher, do Hospital Bandeirantes.
É exatamente assim que Eliane e Jorge fazem. Eles estão juntos há dois anos e pretendem alugar uma casa em breve. “Eu e ele somos muito parecidos. Nos damos muito bem e não há motivos para não seguir adiante. As pessoas ainda têm muito preconceito com a doença. Há muita desinformação. Por isso, ele optou por não contar para a família, amigos ou no trabalho”, completa Eliane. 
Ética da verdade e camisinha
Para o psicólogo Leonardo Barros, da ASBH, o preconceito aumenta a insegurança quando o portador pensa se deve contar ou não sobre a doença. Isso gera um medo de que, quando os outros venham a saber, rejeitem o infectado. Isso é pior do que o próprio tratamento, pois causa uma pressão muito grande sobre a pessoa, que acaba optando por esconder sua condição”.
De qualquer forma, é preciso manter uma ética da verdade com o novo parceiro. “Em um relacionamento, primeiro destacamos as qualidades para depois nos abrirmos sobre nossos problemas e defeitos. Se evoluir para algo sério, deve-se abrir o jogo”, completa o especialista. Lembrando que qualquer contato íntimo, deve ser com camisinha.
Descoberta por acaso
Foi assim com Carlos* (26) e Renato* (24), que se conheceram pelo Facebook, por meio de amigos em comum. A paquera evoluiu para encontros que se tornaram cada vez mais constantes.
Após seis meses juntos, os dois decidiram realizar o exame em uma unidade de saúde. “A relação estava caminhando para algo mais sério e achamos importante termos nossas sorologias em dia antes de prosseguirmos. Sempre usamos camisinha e isso evitou que eu me contaminasse” – conta Renato. 
Carlos então descobriu ser portador do HIV. “Foi terrível. Ele ficou arrasado e me contou aos prantos. Ele não conseguia acreditar. Eu fiquei completamente sem reação”. Renato ainda conta que tentou animar Carlos, mas ele se fechou e preferiu se afastar do companheiro.
“Ele ficou muito confuso e não sabia o que fazer. Ficamos separados por 3 meses. Nos falávamos sempre, sofremos muito, mas ele estava sempre muito frio, triste, achava que a vida dele tinha terminado.”
Depois de freqüentar um grupo de apoio e de ouvir a história de outras pessoas, aos poucos, Carlos aceitou a sua condição. “Insisti para nos encontrarmos, apesar da resistência dele, ele topou. Conversamos muito e decidimos reatar o namoro. Gostava dele e queria muito tentar. Se eu deixasse a chance passar, ficaria eternamente em dúvida”, completa Renato.
Sem sexo por um tempo
É exatamente a vontade de ficar junto que impulsiona o casal no momento de crise. “O fato de ambos quererem continuar a história já é metade do caminho. O restante é reconstruir a relação aos poucos, com muito diálogo e sinceridade”, declara Leonardo.
Carlos e Renato estão juntos há quase 3 anos. “Tivemos momentos difíceis. Ele ficou sem querer fazer sexo comigo durante 4 meses depois que voltamos. Aos poucos, ele percebeu que a vida poderia voltar ao normal e que ele apenas deveria manter o tratamento”, conta Renato.
"Recomeçar sempre é possível, mas é preciso que os envolvidos estejam realmente disponíveis para lidar com a nova dinâmica da relação e superar as dificuldades que encontrarão ao logo da vida", finaliza o psicólogo.
Uma rotina normal
Outro ponto de preocupação entre os casais sorodiscordantes é a questão sexual. Afinal, o vírus acaba afetando diretamente a vida na cama. “É importante se prevenir. Mantendo a carga viral controlada, tomando a medicação corretamente e usando camisinha, os riscos de contaminação são praticamente nulos”, explica Paula.
Para a médica, é importante o controle da chamada carga viral, um índice que indica a quantidade de partículas do vírus presente no sangue do infectado. Há casos em que a medicação é tão eficaz que a carga viral é praticamente indetectável no exame. "Quanto menor a carga viral, melhor a qualidade de vida do paciente e menor a chance de transmissão ou problemas causados pelos vírus”, declara a profissional. 
Por isso, o portador do vírus deve manter uma vida saudável, alimentar-se bem e praticar exercícios físicos. Os remédios disponíveis evoluíram muito e hoje causam poucos efeitos colaterais. “A intenção é que a pessoa tenha uma vida saudável e produtiva, tomando menos medicamentos e tendo menos efeitos colaterais”, explica a médica.
Filhos
Os tratamentos para HIV evoluíram tanto que é possível até mesmo ter filhos biológicos. Existem tratamentos tanto para homens quanto para mulheres que desejam engravidar, que reduzem drasticamente a possibilidade do feto ser contaminado. Para isso, é preciso um acompanhamento médico rigoroso e tomar as devidas precauções para evitar contaminação.
“É preciso que as pessoas entendam que o HIV é um vírus controlado. No entanto, ele não tem cura. Por isso, é tão importante o uso da camisinha e a realização de exames sorológicos constantes”, afirma a infectologista. Segundo a médica, quanto mais cedo é feito o diagnóstico, mais simples é o tratamento e melhor é a resposta do paciente à medicação. Fonte: Tribuna da Bahia

Zeca Pagodinho é condenado a três anos de detenção por shows superfaturados


O cantor Zeca Pagodinho foi condenado a três anos de prisão por fraude em contratos de shows na 15ª Expoagro e no aniversário de Brasília, ambos em 2008. O Ministério Público informa que a pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade. Outras quatro pessoas também estão envolvidas no imbróglio.

A assessoria de imprensa do pagodeiro diz que ele foi notificado recentemente da condenação e que deverá se pronunciar em breve.


Informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação do Ministério Público do Distrito Federal nesta terça-feira (1) diz que a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep) condenou Zeca Pagodinho a três anos de detenção em regime aberto, sendo convertida em prestação de serviços e multa.

Além do artista, César Augusto Gonçalves, Ivan Valadares de Castro e Luiz Bandeira da Rocha Filho, ex-ocupantes de cargos em comissão na extinta Empresa Brasiliense de Turismo (Brasiliatur), foram condenados a quatro anos e oito meses de detenção em regime semiaberto e pagamento de multa no valor total de 2% dos dois contratos.


Já Aldeyr do Carmos Cantuares, representante da empresa Star Comércio, Locação e Serviços Gerais Ltda, foi condenado a três anos e seis meses de detenção em regime aberto e pagamento de multa de 2% sobre os contratos.

O Ministério Públicou concluiu que houve superfaturamento nas contratações dos dois shows em Brasília. Para a apresentação na Expoagro, foram gastos R$ 170 mil apenas para o pagamento do cachê de Zeca Pagodinho, sendo que em apresentações realizadas meses antes, os custos chegaram a R$ 200 mil incluindo cachê e outros serviços.

Já no show do aniversário de Brasília, foi pago o valor de R$ 120 mil por apenas 45 minutos de músicas, sendo que quantia semelhante foi cobrada para uma apresentação de uma hora e meia. NATELINHA

Netinho volta a ser internado em São Paulo

Na tarde desta terça-feira (1º), Netinho usou o Facebook para contar aos fãs que voltou a ser internado, em um hospital da capital paulista, após sentir tontura e ter sangramentos.
Leia na íntegra:             
“Amigos, na recente segunda tentativa de volta aos shows, após os quatro primeiros (28, 29 e 30 AGOSTO em Recife/PE e 5 SETEMBRO em Macuco/RJ), a tontura que sinto aumentou novamente, tive sangramentos pelo nariz e precisei parar tudo novamente. Naquela época eu vim aqui no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, fiz muitos exames que deram todos OK mas voltei pra casa com a mesma tontura. Apesar de tudo mais ter passado, a tontura não diminuiu, ao contrário, aumentou, e há dois meses não saio de casa nem trabalho pois não consigo permanecer por muito tempo em pé. Tenho que sentar ou deitar. Por causa disso, fiz um esforço e, do jeito que pude, vim novamente para São Paulo onde estou desde ontem à noite aqui no Hospital Sírio Libanês para uma investigação desta tontura. Está tudo certo e esta internação é para uma definição desta tontura. Obrigado”. O FUXICO

Beth Guzzo é internada às pressas em São Paulo



Beth Guzzo está internada na Semi-UTI, do hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Segundo o programa A Tarde é Sua!, apresentado por Sônia Abrão, na última quinta-feira (26), a filha da eterna vovó Mafalda, passou por exames de Colonoscopia e Endoscopia e saiu tranquilamente para casa.
Porém, minutos depois, ela começou a ter uma forte hemorragia, foi perdendo as forças, e conseguiu, por sorte, ligar para pedir socorro para o marido, Márcio, que foi correndo para casa. Rapidamente, ele a levou para o Sírio Libanês, e Beth foi levada para a UTI. Já na sexta-feira (27), ela sofreu outra hemorragia, teve que receber bolsas de sangue, e passou por uma reação alérgica bem complicada.
Para a alegria de todos, ainda segundo a equipe do A Tarde é Sua!, ela já saiu da UTI e foi para a semi UTI, mas ainda sem previsão de alta.
De acordo com a equipe do hospital, a hemoglobina de Beth ainda não se estabilizou, e a hemorragia pode ter acontecido em função do rompimento de uma artéria.  O FUXICO

William Bonner se ausentará da bancada do JN após cirurgia

Sempre atualizando suas redes sociais, nesta segunda-feira (30) William Bonner atualizou seus seguidores sobre seu atual estado de saúde após uma cirurgia para retirar a vesícula.
Com o bom humor habitual, o jornalista tirou uma selfie e fez piada da situação contando que ficará de repouso durante o dia e se ausentará da bancada do Jornal Nacional nesta segunda-feira (30).
"Repouso. Arrancaram a vesícula do tio. Selfie de molho", escreveu.
William Bonner é o “tiozão” das redes sociais, principalmente no Twitter, onde está frequentemente se comunicando – e fazendo piadas - com seus seguidores. O FUXICO

Monica Iozzi deixa o 'Vídeo Show' no dia 29 de janeiro de 2016, diz colunista


Desde que começou a apresentar o novo "Vídeo Show " ao lado de Otaviano CostaMonica Iozzi caiu nas graças do público. A ex-repórter do "CQC" protagoniza momentos divertidos e bem-humorados com o marido de Flávia Alessandra nas tardes da TV Globo. No entanto, Iozzi vai deixar o comando da atração em 2016 e um dos nomes mais cotados para substiuí-la é o deLeticia Lima, a Alisson de "A Regra do Jogo". Segundo o colunista de TV Flavio Ricco, a despedida da moça já tem data: 29 de janeiro, uma sexta-feira.

No programa, Monica já brincou inúmeras vezes com o diretor de novelas, Dennis Carvalho, pedindo para colocá-la numa de suas tramas. Durante a apresentação do Prêmio Extra de Televisão, Monica pediu um papel num próximo folhetim de Walcyr Carrasco. Aliás, a paulista de Ribeirão Preto ganhou o prêmio de Melhor Apresentadora de TV em 2015, em votação realizada pelos leitores do jornal.

Sempre bem-humorada, Monica Iozzi, que é a campeã de cartas na emissora, não aguentou a emoção e chorou ao vencer a categoria de Melhor Apresentor(a) de televisão. "Minha voz está trêmula. Queria agradecer aquela equipe de malucos. Obrigada pela paciência e por aguentar as broncas do Boninho, porque a gente às vezes fala besteira, teve medo de ser demitido e vocês seguram a onda". Purepeople

Preta Gil bloqueia 50 mil seguidores por mês

Cantora tem funcionários que trabalham exclusivamente para evitar comentários indesejados nas suas redes sociais
Preta Gila mais nova vovó do pedaço, não quer saber de seguidor fake nas suas redes sociais. A filha de Gilberto Gil, que recentemente mostrou suas fotos antigas no Snapchat, também não tolera xingamentos. Para evitar esses e outros problemas, a cantora contratou três funcionários com a função de bloquear alguns fãs virtuais. Em entrevista para a revista "Veja Rio" desta semana, a cantora revelou que 50 mil seguidores são bloqueados por mês.
"Odeio seguidor fake e aqueles que comentam 'sigo de volta e troco likes'. Também mando bloquear quem quer se autopromover postando links de páginas. É muito chato", revela. Mas Preta, que na última semana sefantasiou de Angélica para homenagear a apresentadora pelo seu aniversário, deixou claro que não censura ninguém. "Não sou uma censora de opiniões. Acho a discussão algo saudável. Xingamento, no entanto, para mim não é opinião". Vale ressaltar que Preta tem mais de 3 milhões de seguidores só no Instagram. Purepeople

Crise econômica faz cachês de cantores despencarem

A crise econômica que atinge o país também chegou aos cachês de cantores mais requisitados da música brasileira. O colunista Leo Dias, do Jornal O Dia, entrevistou alguns empresários e, segundo eles, a queda dos valores cobrados ficou em torno de 30%, em relação ao ano passado.
O impacto também está relacionado com o gênero musical. As estrelas nacionais da axé music foram as mais afetadas. Nem Ivete Sangalo, que tem uma das imagens mais requisitadas do mercado, escapou. A contratação de seu show caiu 25%, de R$ 400 mil (2014) para R$ 300 mil (2015).
Para Claudia Leitte foi ainda pior. O show da loira saiu de R$ 280 mil (2014) para R$ 150 mil (2015). Uma queda de 46% do valor.
Os artistas do mundo sertanejo foram os que menos sofreram o impacto da crise. Luan Santana segue cobrando o mesmo valor: R$ 300 mil. Já a dupla Jorge & Mateus resolveram reduzir o valor em 20%, porém o cachê ainda continua entre os mais altos. Eles reduziram de 500 mil (2014) para 400 mil (2015).
O forrozeiro Wesley Safadão, por sua vez, chegou a aumentar o valor do cachê. Em 2014, ele cobrava R$ 350 mil. Este ano, quem quiser contratar o cantor terá que desembolsar R$ 500 mil.
Confira a lista dos cachês de alguns cantores:
Ivete Sangalo: 400 mil (2014) - 300 mil (2015)
Claudia Leitte: 280 mil (2014) - 150 mil (2015)
Thiaguinho: 150 mil (2014) - 80 mil (2015)
Anitta: 100 mil (2014) - 70 mil (2015)
Ludmilla: 80 mil (2014) - 50 mil (2015)
Jorge & Mateus: 500 mil (2014) - 400 mil (2015)
Wesley Safadão: 350 mil (2014) - 500 mil (2015)
Luan Santana: 300 mil (2014) - 300 mil (2015) FONTE A TARDE

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

01 DE DEZEMBRO — DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) é uma doença provocada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Esse vírus ataca o sistema imunológico do doente, mais precisamente os linfócitos T CD4+, e provoca uma alteração no mecanismo de defesa do corpo, ocasionando o surgimento mais frequente de doenças.
Nem sempre uma pessoa portadora do HIV está com Aids. Dizemos que o paciente está com a doença apenas quando os sintomas surgem. Vale destacar que soropositivos podem viver vários anos sem desenvolver o problema, tendo uma vida praticamente normal.
Na década de 80, o diagnóstico positivo de HIV era motivo de pânico e uma garantia de morte rápida. Além disso, o preconceito e a discriminação contra os soropositivos eram muito maiores que atualmente. Várias pessoas com o vírus viram suas famílias serem desfeitas, seus empregos ameaçados e seus amigos simplesmente sumirem.
Diante da falta de informação sobre a doença e do preconceito amedrontador que a rodeava, surgiu o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data, comemorada no dia 1º de dezembro, foi estabelecida em 1987 pela Assembleia Mundial de Saúde, juntamente à Organização das Nações Unidas (ONU), como uma forma de conscientizar a população sobre a doença.
Apesar de hoje a grande maioria da população conhecer as formas de transmissão e entender que não existem grupos de risco, muito preconceito envolve os portadores de HIV. Sendo assim, a data funciona até hoje como uma forma de diminuir a discriminação e de quebrar muitas concepções erradas sobre a Aids.
Aids pode ser transmitida através de relação sexual, contato com sangue contaminado pela transfusão ou compartilhamento de seringas, por exemplo, e da mãe para o bebê durante a gestação, parto ou aleitamento. Percebe-se, portanto, que um abraço, um beijo ou um carinho, por exemplo, não são responsáveis pela transmissão do vírus. Sendo assim, não há motivos para evitar o contato com os soropositivos. Além disso, é importante frisar que o HIV não escolhe suas vítimas pelo sexo, orientação sexual ou idade.
No dia 1º de dezembro é importante que todos realizem uma reflexão a respeito de solidariedade, amor ao próximo e compaixão. É importante que cada um reveja sua postura em relação aos soropositivos e também utilize esse momento para informar-se a respeito da doença e de como ela pode ser evitada. O preconceito e a falta de informação são os principais problemas enfrentados pela luta contra a AIDS.
Atenção: Ao passar por alguma situação de risco, realize o teste! Em caso de dúvidas sobre a doença e locais para retirada de camisinha, ligue para o Disque Saúde (136).
Curiosidade: O laço vermelho passou a ser usado como símbolo dessa luta a partir de 1991. Ele foi criado pela Visual Aids como uma forma de homenagear todas as pessoas que sofrem e morrem em decorrência da doença. Fonte: Brasil Escola Por Ma. Vanessa dos Santos