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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Mães famosas ganham cerca de R$ 200 mil por mês com redes sociais

A crise parece não ter afetado um mercado particular de celebridades. Atualmente, as famosas que mais faturam com redes sociais são as que investem no seguimento de maternidade. Ou seja: as que documentam cada passo da gravidez e dos primeiros meses dos filhos.
Para se ter uma ideia, Karina Bacchi e Kelly Key conseguem faturar cerca de R$ 200 mil por mês apenas com publicações no Instagram e vídeos em seus canais do YouTube. A informação é da coluna Olá, assinada por Fefito, no jornal Agora, do Grupo Folha. 
Kelly Key dá à luz Artur, seu terceiro filho, com transmissão em rede social em janeiro de 2017. No Insta Stories (ferramenta de compartilhamento de imagens que desaparecem em 24 horas), ela mostrou momentos do parto. Depois, pelo app, exibiu o bebê já nos braços do pai, o empresário Mico Freitas.
Já a modelo e atriz Karina Bacchi deu à luz seu primeiro filho, Enrico, em agosto de 2017 em Miami, nos EUA. A gravidez aconteceu por meio de fertilização in vitro, por escolha da própria atriz. 
O mercado anda tão em alta que a ex-BBB e empresária Mayra Cardi já tem ofertas de publicidade antes mesmo de dar à luz. Ela espera uma menina, a primeira filha com seu marido Arthur Aguiar.
Recentemente, ela fez um longo desabafo em uma de suas redes sociais para dizer que estava cansada das críticas à sua magreza aos oito meses de gestação. "Sou saudável e como coisas saudáveis. É natural que eu não esteja gorda. Eu só tenho barriga. Não estou gorda porque como saudável", afirma Cardi no vídeo. 
Um grupo de atrizes da Globo, formado por Juliana Alves, Sheron Menezzes, Maira Charken e Aline Dias, também investiu pesado. Autointitulado Baby Boom, o time de famosas troca experiências sobre maternidade e testa produtos e serviços do segmento. BOCAO

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

No dia Nacional de Combate ao fumo teve alerta sobre os riscos do tabagismo

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, morrem mais de 10 mil pessoas por causa do tabagismo diariamente no mundo. Estima-se que esse número aumente até 2020, chegando a 8 milhões de mortes anuais causadas pelo fumo. No Brasil, os números também assustam: mais de 200 mil pessoas de idades entre 35 e 60 anos morrem todo ano devido às enfermidades provocadas pelo hábito de fumar. Para mudar essa realidade, foi criado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, que é marcado no calendário no dia 29 de agosto.
Para a coordenadora dos cursos de saúde da Unifacs, a professora Anelize Gimenez, o tabagismo é um dos maiores problemas de saúde pública, responsável por causar dependência física e psicológica. “O cigarro afeta órgãos e sistemas nas diversas complexidades e que quando somadas, totalizam o principal causador de óbito no mundo, além de ter o maior custo aos cofres públicos”, explica a mestre em neurociência.
E a lista de enfermidades causadas pelo fumo é grande: doenças respiratórias como enfisema pulmonar e bronquite, câncer, infarto, úlcera do aparelho digestivo (língua, boca, esôfago, estômago), trombose vascular, entre outras. “São doenças de alta reincidência, além do longo tempo de permanência em internação que demandam intervenções de maior complexidade, expondo muitas vezes a novos quadros infecciosos”, alerta a especialista.

Substâncias tóxicas
Dentro do cigarro, existe uma série de substâncias nocivas. O alcatrão, por exemplo, é um resíduo altamente tóxico, cancerígeno e de cor negra – por isso o pulmão de quem fuma fica escuro. O acetato de chumbo apresenta efeito cumulativo no organismo, já que a substância jamais é eliminada e, a longo prazo, pode causar danos ao cérebro. Já a amônia causa inflamação em todo o trato respiratório, enquanto o monóxido de carbono da fumaça se acumula no sangue e diminui a concentração de oxigênio em mais de 90% dos órgãos do corpo.
“Todos os efeitos são causados nos dez primeiros segundos do contato do cigarro com o organismo. E apenas um já é suficiente para causar danos, com 4 mil substâncias tóxicas invadindo seus órgãos. Mesmo após terminar o cigarro, o corpo continua pelas 6 ou 8 horas seguintes tentando se livrar das toxinas”, relata a professora. ACORDA CIDADE

Ludmilla e Gabriel Jesus curtem festival de Ibiza juntos

Um dos amigos de Gabriel Jesus, Ricardo Pipo, também postou foto com Ludmilla na mesma festa e passou a segui-la na rede social. Na manhã seguinte, o jogador voltou à Inglaterra e Ludmilla seguiu curtindo as miniférias com a mãe, num passeio de barco. IBAHIA

Juliana Paes e Lázaro Ramos apresentarão programa na Globo

Juliana Paes e Lázaro Ramos voltarão ao ar na Globo em outubro no comando de um programa novo. “Os melhores anos das nossas vidas” será um game show em que dois grupos se enfrentarão para defender uma entre cinco décadas: 1960, 1970, 1980, 1990 e 2000. A ideia é relembrar fatos marcantes da moda, cinema, esporte, música, novelas, entre outros assuntos.Um terceiro apresentador, ainda não escalado, se juntará à dupla. A direção geral será de Bernardo Portugal. IBAHIA

Após morte da mãe, Xuxa decide colocar mansão à venda

A apresentadora Xuxa está de mudança. A loira colocou a mansão que mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, à venda, segundo confirmou sua assessoria de imprensa à revista 'Quem'. De acordo com a representante, Xuxa não quer mais ficar na casa após a morte de sua mãe, Dona Alda, com quem morava com ela há anos.A eterna rainha dos baixinhos quer se mudar para outro imóvel no Rio ou em São Paulo, já que a filha Sasha está morando em Nova York, nos Estados Unidos, para estudar moda. O valor da casa não foi divulgado, mas suas dependências chamam atenção pelo tamanho. IBAHIA

Banda Aviões indenizará público após não aparecer em show no Carnaval de Salvador

A banda Aviões do Forró foi condenada a indenizar duas pessoas por não ter se apresentado em um camarote durante Carnaval de Salvador (2017). Após um primeiro pedido de dano moral ter sido negado em julho de 2017 pela juíza substituta do 1º Juizado Especial Cível de Brasília , outros dois processos obtiveram êxitos. Um aconteceu na 13ª Vara do Sistema de Juizado Especial, pelo juiz Leo André Cerveira, com o valor estimado em R$ 6 mil. O processo já transitou em julgado e tramitou por 515 dias. Já o segundo foi deferido na 4ª Vara do Sistema dos Juizados, em Feira de Santana, pela juíza Anna Ruth Nunes Menezes Bispo. O valor também foi de R$ 6 mil e tramitou por 522 dias. Apesar do valor ter sido em R$ 6 mil, os juízes fixaram a indenização em R$ 2 mil. 

Os consumidores gastaram cada um R$ 1 mil para assistir ao show do camarote. Contudo, quem subiu ao palco foi o cantor Léo Santana, que informou do incidente com a equipe de Xand e Sol Almeida, na época ainda vocalista do grupo. Para o advogado dos consumidores, Luiz Vasconcelos, a decisão reconheceu que o atraso não foi causado por "fortuito externo", como dizia a banda, mas, sim, interno. "Além de não ter sido comprovada a existência verdadeira do suposto 'acidente', a produtora detinha conhecimento do horário do seu show no camarote, mas optou por assumir um outro compromisso no Carnaval de Recife, em horários muito próximos”, explicou. BAHIA NOTÍCIAS

Antonio Fagundes conta que não tem computador em casa e só lê jornal

Analfabyte." É assim que, aos 69 anos, o ator Antonio Fagundes se define quando o assunto são as novas tecnologias - referindo-se à unidade básica de informação em um computador. Aparelho eletrônico que, aliás, ele diz nem possuir. Tempos atrás, quando respondia às perguntas da reportagem, o recurso utilizado por ele era o fax, com o auxílio de uma secretária. "Gosto mesmo é de ler jornal. A internet tira da gente toda e qualquer possibilidade de correr de uma notícia para a outra. E eu gosto desse processo. Na internet, o leitor vai direto no que ele quer, não se depara com algo que não espera. [...] Acho que hoje há uma desatenção maior do público por causa da internet. Reunir 700 pessoas em uma sala escura sem pensar em outra coisa é louvável. E isso é teatro", avaliou ele, em conversa no auditório da Folha de S.Paulo sobre sua nova biografia, "Antonio Fagundes no Palco da História: Um Ator", de Rosangela Patriota.
Citou o conservadorismo da sociedade, falou que fez pornochanchada por opção própria em ainda frisou que de pornô o cinema daquela época (anos 1970, como contraponto à rigidez da ditadura) não tinha nada. "Podia passar na 'Sessão da Tarde'", brincou. "Na verdade, havia um preconceito com qualquer cinema que não fosse feito pela esquerda." E afirmou que só leu o livro quando a autora mandou para a impressão. Ainda que houvesse críticas. Falou também justamente sobre a dificuldade de incutir no brasileiro tanto o hábito da leitura quando o de ir ao teatro. "Quando fazia o Pedro, do [seriado] 'Carga Pesada', eu mal conseguia andar na rua de tanta gente que me abordava. Mas, quando montava uma peça, não ia dez pessoas", fala.
E completa: "O brasileiro a cada 15 anos se esquece do que aprendeu nos últimos 15 anos. Não dá para formar um público no Brasil que não tem ideia do que a gente faz." Às vésperas das eleições, se diz "sem expectativas" em relação ao futuro. "Somos quase 210 milhões de pessoas, onde o público leitor lê uma média de um livro por ano. Onde as pessoas vão pegar informação dessa forma? Tá difícil."BAHIA NOTÍCIAS